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Extrato
de fumo com pimenta contra lagartas |
As
lagartas são a fase jovem da borboleta. Todas são
muito vorazes e algumas tem o hábito noturno.
Protocolo:
Pulverize
com extrato de fumo com pimenta sobre as lagartas.
Outro cuidado é o esmagamento dos ovos nas folhas
ou a catação manual das lagartas., com cuidado de
usar luvas grossas para evitar queimaduras.
Numa
garrafa de 1 litro, misture 50 g de fumo de rolo
picado e pimenta malagueta. Complete com água e
deixe repousar por uma semana. Dilua em 10 litros de
água e pulverize.
Fonte:
Revista Natureza
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Caracterizam-se
pelo corpo mole e segmentado. Quando se deslocam,
deixam para trás um rastro de substância viscosa e
brilhante.
Protocolo:
Distribua
à noite, ao redor das plantas e canteiros, uma
faixa de uns 15 cm de largura de pó de cal virgem
ou de cinzas de madeira. Use também iscas de pão
embebido em leite ou cerveja e coloque-as no pé da
planta que precisa de proteção. As lesmas virão
até as iscas, simplificando a catação manual.
F onte:
Revista Natureza
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Extrato
de fumo no controle de pulgões |
Insetos
que sugam seiva das plantas. Existem de diversas
cores. A maioria é desprovida de asas e vive em
colônias.
Protocolo:
Pulverize
com extrato de fumo.
O
extrato de fumo deve ser preparado se seguinte
forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado
em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel)
Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool,
coloque novamente um pouco de álcool diluído em
água. Deixe por 48 horas em local fresco.
Torça
o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma
garrafa em local escuro.
Pulverize
este extrato sobre toda a folha para espantar
pulgões. Se desejar também combater cochonilhas,
na hora de usar, misture cerca de um copo desse
líquido com 100 g de sabão neutro derretido em
água quente. Acrescente mais 10 litros de água,
coe e pulverize.
F onte:
Revista Natureza
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Preparo
da Calda Bordalesa |
Para
prevenir suas plantas contra o ataque de fungos e
ácaros, prepare em casa a calda bordalesa.
Protocolo:
Ingredientes:
200
g de sulfato de cobre
200
g de cal virgem
20
litros de água
Saco
de pano ou "perfex"
Preparo:
Coloque
numa vasilha 18 litros de água;
Faça
uma espécie de sachê com o perfez ou saco de pano,
e preencha-o com 200 g de sulfato de cobre;
Mergulhe
parcialmente o sachê na água por 3 ou 4 horas, ou
até que o sulfato de cobre se dissolva por completo;
Numa
outra vasilha, dissolva 200 g de cal em 2 litro de
água. Despeje a mistura na solução de sulfato de
cobre e mexa bem;
Finalmente,
antes de aplicar a calda bordalesa, é bom fazer um
teste de acidez, mergulhando no preparo uma lâmina
de ferro.
Se
o preparado estiver muito ácido, o que pode
prejudicar as plantas, a lâmina de ferro
escurecerá. Neste caso acrescente um pouco mais de
leite de cal à calda e repita o teste. Faça isso
quantas vezes for necessário, até a lâmina não
escurecer mais.
F onte:
Revista Natureza
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Extrato
de fumo contra brocas |
São
larvas que se alojam nas raízes de plantas formando
galerias nos tecidos dos troncos.
Protocolo:
Aplique
injeções de extrato de fumo dentro dos orifícios
das galerias feitas pelas brocas nos troncos e e
galhos. Logo em seguida, tampe a entrada com cera
derretida.
O
extrato de fumo deve ser preparado se seguinte
forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado
em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel)
Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool,
coloque novamente um pouco de álcool diluído em
água. Deixe por 48 horas em local fresco.
Torça
o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma
garrafa em local escuro.
Pulverize
este extrato sobre toda a folha para espantar
pulgões. Se desejar também combater cochonilhas,
na hora de usar, misture cerca de um copo desse
líquido com 100 g de sabão neutro derretido em
água quente. Acrescente mais 10 litros de água,
coe e pulverize.
F onte:
Revista Natureza
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Sabão
e fumo contra cochonilhas |
São
insetos sugadores com ou sem carapaça, que retiram
os açúcares da seiva. Vivem em colônias e
não tem asas.
Protocolo:
Pulverize
com sabão e fumo ou regue sob pressão. Em casos de
ataques muito fortes, utilize a calda de sabão e
fumo acrescida de óleo mineral. Se forem poucas as
plantas atacadas, lave as partes afetadas com bucha,
água e sabão ou detergente.
A
calda de sabão pode ser preparada da seguinte
forma:
Dilua
50 g de sabão neutro raspado em 5 litros de água
quente. Esfrie, coe e pulverize.
F onte:
Revista Natureza
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Calda
de Agave contra formigas |
Para
o combate contra formigas podemos utilizar folhas
de Agave.
Protocolo:
Pegue
três folhas de agave (Agave americana L. e
Agave atrovirens), macere e misture com água.
Depois é só localizar a entrada do formigueiro e
despejar o preparado. Ele reduz o desenvolvimento
das formigas dentro do próprio formigueiro.
F onte:
Revista Natureza
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Os
ácaros são organismos minúsculos que lembram
pequenas aranhas.
Protocolo:
Polvilhe
as plantas atacadas com cal virgem ou limpe
esguichando jatos finos de água.
Fonte:
Revista Natureza
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As
folhas e o caule do tomateiro (Lycopersicum
esculentum) têm ação inseticida contra
diversos insetos, inclusive pulgões.
Protocolo:
Há
duas formas de preparo: ferva as folhas e caules em
água e deixe esfriar ou coloque as folhas de molho
em água fria por 24 horas. Qualquer uma das
misturas deve ser pulverizada sobre as plantas.
Fonte:
Revista Natureza
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Tomilho
contra lagartas, percevejos e pulgas |
Plantado
junto ao repolho , o tomilho (Thymus vulgaris)
repela a lagarta das folhas. Também tem ação
contra percevejos e pulgas.
Protocolo:
Para
afugentar percevejos e pulgas, moa as folhas secas e
polvilhe-as sobre as plantas e o solo.
Fonte:
Revista Natureza
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Pimenta
repelente de pulgão e cochonilha |
Os
frutos da pimenta (Capsicum annuum) são
repelentes de pulgões, cochonilhas e insetos em
geral.
Protocolo:
Coloque
a pimenta em uma vasilha e soque-a até triturar bem.
Cubra com água e deixe descansar de um dia para o
outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano
ralo ou coador para não intupir o pulverizador.
Fonte:
Revista Natureza
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Tagetes
ou cravo-de-defunto contra nematoide e broca
do tomate |
O
cravo-de-defunto (Tagetes patula) quando
plantado em hortas, jardins ou pomares, repele
insetos e mantém o solo livre de nematóides.
Plante tagetes junto aos tomateiros para evitar a
broca do tomate. Quando usada como cama para cães,
ela afugenta pulgas.
Protocolo:
Para
repelir insetos, macere folhas e flores e coloque-as
em álcool diluído em água por 12 horas. Para 200
g da planta macerada, utilize 1 litro de álcool.
Neste caso, dilua o extrato em 15 litros de água e
pulverize sobre as plantas atacadas.
Fonte:
Revista Natureza
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Mostarda
contra cochonilha |
As
sementes da mostarda (Sinapis alba) combatem
cochonilhas.
Protocolo:
Moer
as sementes misturando 100 g do pó em 1 litro de
água. Coe e pulverize.
Fonte:
Revista Natureza
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Pimenta
contra pragas em geral |
Os
frutos da pimenta (Capsicum annuum) são
repelentes de pulgões, cochonilhas e insetos em
geral.
Protocolo:
Coloque
a pimenta numa vasilha e soque-a até triturar bem.
Cubra com água e deixe descansar de um dia para o
outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano
ralo ou coador para não entupir o pulverizador.
Fonte:
Revista Natureza
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Mandioca
contra nematóide |
A
mandioca (Nabuhit utilissima) pode ser usada no
combate a nematóides.
Protocolo:
Lave
a mandioca crua e sem casca e reaproveite a água,
regando com ela plantas de solo.
Fonte:
Revista Natureza
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Manjericão
contra moscas, mosquitos e besouro-da-batata |
O
manjericão (Oncimum basilicum) é um bom
repelente de moscas e mosquitos se plantado perto da
casa e é ótimo contra o besouro-da-batata.
Protocolo:
Para
combater pulgões e outros insetos, deixe as flolhas
em água fria por 24 horas, em seguida, coe e
pulverize a solução.
Fonte:
Revista Natureza
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O
Girassol (Helianthus anuus) é um excelente
repelente de insetos através de suas folhas e
flores.
Protocolo:
Coloque
flores ou folhas em água e deixe ferder por 1
minuto. Coe, deixe esfriar e pulverize sobre as
plantas atacadas.
Fonte:
Revista Natureza
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Hortelã
contra ratos, formigas e insetos |
A
planta hortelã (Menta piperita) se plantada
nas bordaduras dos canteiros, repele ratos, formigas
além de insetos.
Protocolo:
Ferva
água junto com a erva, deixe esfriar e pulverize
sobre as plantas. O chá de hortelã é muito útil
para as plantas em geral, protegendo-as e
desinfetando-as.
Fonte:
Revista Natureza
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Fruta-do-conde
ou pinha contra broca, cochonilha e pulgões |
A
fruta-do-conde ou pinha (Annona squamatosa)
tem ação contra brocas, cochonilhas e pulgões
através de suas sementes e raízes.
Protocolo:
Triture
as sementes ou raízes e espalhe sobre os locais
infestados.
Fonte:
Revista Natureza
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Fumo
contra pulgões, cochonilhas e tripes |
É
um excelente inseticida natural contra pulgões,
cochonilhas e tripes.
Protocolo:
Pique
o fumo (ideal é o fumo de rolo, não utilize o de
cigarros). Deixe-o recoberto com água por 24 horas.
Retire o líquido e misture-o com 4 partes de água.
Use em pulverizadores.
Fonte:
Revista Natureza
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Cinamomo
contra gafanhotos e pulgões |
As
folhas do Cinamomo (Melia azedarach) são
inseticidas contra gafanhotos e seus frutos combatem
pulgões.
Protocolo:
Deixe
as folhas de molho em água fervente por cerca de 10
minutos e, em seguida, pulverize.
No
caso de utilização dos frutos, corte-os e deixe de
molho em uma solução com 50% de água e 50% de
álcool durante 24 horas. Coe e pulverize em seguida.
Fonte:
Revista Natureza
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Coentro
contra ácaro e pulgão |
A
erva denominada como coentro (Coriandrum sativum)
tem combate a ácaros e pulgões conforme a receita
abaixo:
Protocolo:
Moa
as sementes e polvilhe-as sobre as plantas e o solo.
Fonte:
Revista Natureza
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Capuchinha
repelem insetos |
Flores
e folhas da capuchinha (Tropaeolium majus)
repelem insetos como os pulgões
Protocolo:
Plante
a capuchinha perto de árvores frutíferas e de
outras plantas.
Fonte:
Revista Natureza
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A
cebola (Allium cepa) controla lagartas em
beterrabas, broca e ferrugens em plantas, também
combate pulgões:
Protocolo:
Corte
a cebola em fatias ou bata no liquidificador com
água. Adicione meio litro de água. Borrife a
mistura sobre as plantas 2 vezes ao dia num
intervalo de 5 dias. Plante cebola perto da planta
lantana ou cambará para repelir brocas.
Fonte:
Revista Natureza
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Calêndula
como inseticida |
As
flores da calêndula (Calendula officinalis) têm ótima ação inseticida.
Protocolo:
Coloque
as flores em um recipiente de vidro despejando água
fervente sobre elas. Tampe o recipiente e deixe a
infusão descansar por cerca de cinco minutos.
Pulverize a infusão fria sobre as plantas.
Fonte:
Revista Natureza
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Água
com açúcar para beija-flor |
A
mistura correta de adoçante que vai abastecer o
bebedouro do beija-flor deve evitar uma água muito
doce que pode ser tóxia ao beija-flor podendo até
matá-lo. Sendo também atrativo de abelhas e
marimbondos.
Protocolo:
Uma
parte de açúcar refinado para quatro partes de
água.
Ferva
a água, coloque o açúcar e espere que se dissolva
por completo.
Deixe
a mistura esfriar e guarde-a no refrigerador por
meia hora. para evitar a fermentação do néctar.
Em seguida coloque a mistura no bebedouro apropriado.
Fonte:
Revista Natureza
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Babosa
como cicatrizante de cortes |
A
babosa (Aloes spp) poderoso
cicatrizante de cortes e feridas dos troncos das
árvores.
Protocolo:
Passe
a polpa diretamente nos cortes para evitar o ataque
de fungos e outras doenças.
Fonte:
Revista Natureza
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Arruda
no combate de Pulgões |
As
folhas de arruda (Ruta graveolens) são ótimas para combater os
pulgões e ajudam a manter os cítricos saudáveis.
Protocolo:
Ferva
folhas durante 5 minutos. Deixe esfriar e pulverize
as plantas.
Fonte:
Revista Natureza
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Combate
de pulgões com folhas de Alamanda |
As
folhas da trepadeira de grandes flores amarelas:
Alamanda (Alamanda catharica) são ótimas
para o para o combate de pulgões.
Protocolo:
Ferva
as folhas por 10 minutos, deixe esfriar e pulverize
sobre a planta atacada. Tome cuidado ao manusear a
alamanda porque ela é tóxica.
Fonte:
Revista Natureza
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Alho
contra brocas, cochonilhas e pulgões |
O
Alho (allium sativum) pode ser utilisado
contra brocas, cochonilhas, pulgões e ácaros.
Quando
plantado entre as roseiras, diminui o ataque de
pulgões.
Protocolo:
Bata
o alho no liquidificador com água (2 litros para
cada dente). Em seguida pulverize as plantas
atacadas. Não use sobre feijões, pois o alho inibe
seu crescimento.
Fonte:
Revista Natureza
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Citronela
como inseticida |
O
perfume da Citronela (Cymbopogon nardus) é
um repelente contra insetos. Visto que são
elaboradas velas que quando acessas exalam um
perfume que repelem os insetos.
Protocolo:
Plante
a espécie no jardim onde você quer repelir os
insetos. É importante que a planta esteja no
caminho percorrido pelo vento, para que seu perfume
atinja os insetos.
Fonte:
Revista Natureza
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Controle
do Mofo Branco ou Oídio da Roseira
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Uma das doenças mais importantes da
roseira é o Oídio. Esta doença ataca
principalmente folhas, ramos novos e botões
florais. Seu controle se dá através de
podas da parte doente, recolhendo-se as
folhas doentes e queimando-as. Cobre-se as
partes podadas com pasta fúngica.
Outra
forma de controle é o uso de sulfato de
cobre + enxofre, conforme veremos abaixo.
Protocolo:
Para cada litro de água ,
misturar 3 g de sulfato de cobre + 3 grama
de enxofre.
Colocar
os produtos em pequenas quantidades de água
para a diluição. Depois juntar com o
restante da água passando por uma
peneira para reter os resíduos sólidos
dos produtos misturados para evitar o
entupimento dos bicos na hora da pulverização.
Mistura-se bem e faz-se a aplicação por
cima e por baixo das folhas. Repete-se o
mesmo procedimento a cada 15 a 20 dias.
Deve-se
aplicar preventivamente mesmo sem o ataque
da doença.
Este
produto serve para o controle da pinta
preta da roseira também.
Lembrando-se
que o preparo e aplicação do produto
deve ser efetuado com EPI (equipamento de
proteção individual)
Fonte:
Programa Globo Rural (dica fornecida pela
Roselândia - SP)
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Controle
do Vírus Vira-Cabeça do Tomateiro
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O vira cabeça é a principal doença
de vírus do tomateiro nas nossas condições,
impedindo o seu cultivo durante os meses
quentes.
O vírus é disseminado por meio do tripes
das espécies Frankniella paucispinosa e
Trips tabaci
Uma das alternativas de controle é o uso
de Calda de Primavera ou Boganville para
que o tomateiro adquira resistência
contra o tripes.
Protocolo:
Para cada 20 litros de água usar 200
g de folhas.
Escolher as folhas mais sadias e lavá-las
com sabão neutro. Depois de bem
enxaguadas batê-las no liquidificador com
um pouco de água.
50 gramas de sabão neutro dever ser
derretidos em um pouco de água quente que
é para fixar a calda de primavera nas
folhas do tomateiro. Coe a calda e
acrescente 20 litros de água e o sabão
derretido. A mistura deve ser utilizada no
mesmo dia do seu preparo. A pulverização
deve ser feita 3 vezes por semana, desta
forma o tomateiro vai adquirir resistência
contra o ataque do inseto. Começar o
tratamento 10 dias depois da germinação
da muda de tomate e parar quando aparecer
as primeiras flores.
Fonte:
Programa Globo Rural
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Receita
contra carrapato em animais: |
Preparado
de Erva Cidreira (Capim Limão) c/álcool
Preparo:
apanhar
folhas e talos do capim limão, esmagar até
obter caldo esverdeado, acrescentar 100 ml
de álcool para fixar as propriedades
ativas. Deixar descansar por 24
horas, acrescentar 1 litro de água + 2
colheres de sal, mexer e depois pulverizar
sobre o carrapato. No dia seguinte os
carrapatos começarão a secar e haverá
queda dos mesmos. O efeito residual é longo.
Fonte:
Programa Globo Rural.
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Pasta
Cúprica para citros: |
Fungicida
à base de cobre........................1kg
Água.....................................................10
litros
Indicada
para a proteção dos cortes resultantes das
podas e remoções de tecidos atacados por
gomose e rubelose em citros
Fonte:
Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP
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Pasta
para Pincelamento do Tronco em citros: |
Enxofre
Ventilado.........................................1kg
Cal
Hidratada................................................2kg
Sal
de cozinha..............................................0,5kg
Inseticida
fosforado, em 1/4 da dosagem
recomendada
para cochonilhas
Água.........................................................15
litros
Indicado
para o pincelamento de troncos e base
dos ramos principais, na prevenção de
brocas e cochonilhas em citros.
Fonte:
Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP
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Segundo
os pesquisadores especializados em solo
Ronaldo Severiano Berton e Sueli dos Santos
Freitas, do Instituto Agronômico de
Campinas, é mais indicado usar jornal para
reciclagem que o transforme novamente em
papel do que usá-lo como fonte de nutrição
de plantas. Vale dizer, porém, que a adição
do jornal na terrra é prática já
realizada e recomendada em outros países,
como "mulch" para proteção do
solo ou como meio estrutural e fonte de
carbono nas pilhas de compostagem doméstica.
Quanto aos microrganismos, o jornal é
principalmente constituído de celulose, o
que aumenta a atividade dos microrganismos
celulolíticos e a relação carbono/nitrogênio
do material orgânico no solo. O aumento
dessa relação pode levar à imobilização
de nitrogênio, impedindo-o de ser absorvido
pelas plantas, o que é difícil julgar,
porque não há informação da área em que
o sr. Kramer espalha o jornal. No entanto,
se as plantas não estiverem acusando deficiência
de nitrogênio, é provável que o problema
não esteja ocorrendo. Com relação à
tinta, os jornais estão trocando as tintas
à base de óleos derivados do petróleo por
óleos vegetais, como de soja e milho, por
serem de baixa volatilidade. A análise do
Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)
quanto à composição da tinta, e que nos
foi fornecida por este Suplemento, estava
voltada para identificar compostos orgânicos
no material. Esses compostos encontrados
muito provavelmente serão naturalmente
decompostos, possivelmente sem danos para o
total de microrganismos do solo, ainda que
uma ou outra espécie possa ser
momentaneamente prejudicada. Mesmo assim,
quando o produto for decomposto, os outros
que foram afetados retornarão a seus níveis
populacionais. Mas suspeita-se que os
pigmentos adicionados aos óleos vegetais,
para dar cor, podem conter metais
potencialmente tóxicos como o cádmio, o bário
e o cobre. Assim, universidades americanas,
e outras entidades especializadas em
compostagem, recomendam apenas o uso de
jornal não colorido para ser usado no solo
ou compostagem
Fonte:
Suplemento Agrícola do Jornal O Estado de
SP
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Como
eliminar praga macarrão
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Chama de
“macarrão” é a Cuscuta polimorfa,
também conhecida como fios-de-ovos,
cabelo-de-anjo, cipó-dourado, cipó-chumbo,
um parasita muito difícil de extirpar,
pois é um vegetal sem folhas, sem
clorofila e sem raízes. É constituído
apenas dos fios amarelos dos quais saem
pequenas estruturas que penetram na planta
hospedeira para retirar a seiva. “Esse
parasita, um problema grave nos EUA,
chegou ao Brasil com sementes de
alfafa”, conta o professor de Biologia e
Manejo de Plantas Daninhas da Esalq/USP,
Ricardo Victorio Filho. Ele explica que o
parasita tem predileção por algumas
plantas, e na cidade de São Paulo, por
exemplo, costuma proliferar na
coroa-de-cristo, parasitando ainda
hibiscos e resedá. O combate deve ser
feito, sempre que possível, extirpando-se
a planta parasitada junto com o parasita,
substituindo-a por uma muda que deve ser
acompanhada, catando-se manualmente a
cuscuta assim que aparecer, para que não
prolifere. Sendo possível, pode-se
retirar o parasita da planta, mas é
trabalhoso e serviço a longo prazo, para
evitar a reinfestação.
Fonte:
Suplemento Agrícola do jornal O Estado de
SP
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Xixi
de Vaca para Repelente de Insetos
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Por possuir
vários nutrientes, a urina é útil como
fertilizante e, por causa do cheiro forte,
atua como replente de insetos. Como
fertilizante a urina precisa ser diluída
1% (1 litro de urina para 100 litros de água)
e fazer pulverizações semanais em
hortaliças ou a cada 15 dias em frutíferas.
Ou, ainda, no solo, junto ao pé da
planta, diluída a 5% (5 litros de urina
para 100 litros de água). A urina deve
ser recolhida em um balde e guardada por
três dias em um vasilhame fechado antes
de ser usada. Pode ser guardada um ano em
vasilhame fechado.
Fonte:
Pesagro - RJ
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Tratamento
de mourão para cerca
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Para que a madeira usada nas cercas
tenha sua vida útil prolongada, é necessário
efetuar o tratamento para sua proteção.
Protocolo:
Deve-se trabalhar com madeiras jovens,
menos de 4 anos de idade, pois está em
franca atividade de elaboração de seiva.
A madeira mais indicada é o eucalipto.
O
princípio se baseia na substituição da
seiva pelo produto preparado. No preparo,
com a madeira verde, toda casca deve ser
retirada, até a casca grudada, tomando-se
o cuidado para não ferir a madeira. Fazer
num dia de sol com umidade relativa baixa.
Deve-se fazer num local protegido, assim
evita a evaporação do produto pela
incidência
de sol.
Para
100 lit ros de água, utiliza-se 2,5 kg de
ácido bórico e 2,5 kg de sulfato de
cobre. Estes apresentam toxidez baixa.
Mesmo assim, manusear com a devida
proteção.
Depois
de misturar bem, despejar nos tambores,
onde as madeiras serão tratadas.
Uma
boa dica é enterrar parte dos tambores
para que os peso das madeiras não faça
com que os tambores virem. Colocar os mourões
com as partes mais grossas para baixo,
permanecendo ali por uma semana. Tempo
necessário para absorção e troca da
seiva.
Com
o passar dos dias, haverá diminuição do
nível da calda, devendo ser feita nova
calda para a reposição. Deve-se fazê-la
com a mesma proporção.
O
tambor deve ficar com aproximadamente 60
cm de calda no mínimo.
Não
usar tambores ou baldes metálicos, pois
ocorrem reações com os produtos da
calda. A preferência é por materiais
plásticos.
Após
7 dias, observa-se que os mourões estarão
com cores diferentes, próximos a um
azul-esverdeado, onde os mesmos devem ser
empilhados num barracão aberto, de
maneira que o vento passe entre eles por
no mínimo 30 dias, tempo necessário para
o secamento. Depois pode-se furar para a
utilização.
Fonte:
Programa Globo Rural
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Repelente
contra Pernilongos, Borrachudos
e Mosquito da Dengue |
1/2 litro de
álcool;
1 pacote de cravo da Índia(10 gr);
1 vidro de óleo de
neném (100ml)
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde;
Depois coloque o óleo corporal (pode ser de
amêndoa, camomila, erva-doce, aloe vera).
Passe só uma gota no braço e nas pernas e o mosquito foge do
cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta
as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não
consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a
proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão.
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Receita de Feijão Azedo
para Curar Sarna em Animal. |
Depois de Ferver o feijão (sem temperar).
Tire uma porção do feijão (já cozido) e
coloque em um pote de plástico com tampa (daquele de margarina).
Deixe em algum lugar para azedar.
Depois que estiver bem azedo.
Calce uma luva ou uma sacola (de Mercado)
em uma das mãos.
Macere a porção antes de passar.
Passe no animal contaminado, duas vez ao
dia.
Pois o animal pode lamber.
Fazer a aplicação até quando perceber que
os pelos estiverem crescendo.
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